Victor Maranhao

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Cofundador na JurisIntel. Cofundador do Legal Hackers no Brasil, e co-organizador do capítulo de São Paulo. Coordenador da linha de pesquisa  em Inteligência Artificial do Grupo de Extensão "Quinta Jurídica i9", projeto em parceria com a Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Formado em Direito pela UFRN. Especialista em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Surfista nordestino, vivendo na cidade de pedra e da garoa.

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Legal Hackers LATAM Summit 2019 (Inscrições obrigatórias) **Confira na programação as atualizações sobre noss@s convidad@s!** Desde sua fundação, em 2012, o movimento Legal Hackers cresceu como a maior comunidade de inovação jurídica do mundo. O São Paulo Legal Hackers recebe a primeira edição do Legal Hackers LATAM Summit, que irá promover o encontro de organizadores de outros capítulos e diversos outros atores da inovação jurídica, para compartilhar experiências e conhecimento e pensar os próximos passos do…
Olá! O Legal Hackers é um movimento global sobre Direito e Tecnologia. Pessoas de diferentes formações  acadêmicas e profissionais estão reunidas em várias cidades do mundo para discutir esses temas e implementar soluções tecnológicas na área jurídica. Este capítulo paulistano foi criado em outubro de 2017 e planeja muitas atividades para os próximos anos. Acreditamos que podemos contribuir e estimular o debate produtivo, unindo profissionais e estudiosos de várias áreas do conhecimento para resolver problemas…
O SP Legal Hackers realizou, nos dias 14 e 15 de junho, o II Encontro Legal Hackers de Computational Law (https://www.eventbrite.com.br/e/ii-encontro-legal-hackers-de-computational-law-tickets-46542286231#), dando sequência aos debates iniciados em março, por ocasião do Festival Legal Hackers. Os encontros aconteceram no Baptista Luz Advogados, nosso parceiro na organização desse evento. No primeiro dia, contamos com a presença do Rafael Bianchini (BCB) e do João Canhada (CEO da Foxbit), que debateram sobre a regulação de criptoativos; e…
A pergunta do título renderia horas de conversa, mas é possível dar uma resposta mais simples a ela: segundo a Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (Agenda de Túnis, 2005, parágrafos 29 e ss.), “a gestão internacional da Internet deve ser multilateral, transparente e democrática, com plena participação dos governos, do setor privado, da sociedade civil e das organizações internacionais”. Mais recentemente, reconheceu-se como fundamental a participação da academia e da comunidade técnica. É…